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Petrópolis,14/04/2024

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Maior parte das mulheres do Rio de Janeiro abriram negócios para cuidar dos filhos, diz Sebrae

Pesquisa do Sebrae Rio aponta principais influências para as empreendedoras


Maior parte das mulheres do Rio de Janeiro abriram negócios para cuidar dos filhos, diz Sebrae Foto: Ono Kosuki / Pexels
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Para 80% das mulheres empreendedoras do estado do Rio, os cuidados com os filhos são a principal influência ao decidir abrir a sua empresa. Esse percentual cai para 51% quando perguntado para os homens. Para 5% das mulheres influenciou um pouco e 16% consideram que não teve interferência nessa decisão. Essas informações estão disponíveis na pesquisa “Características dos Empreendedores: Empreendedorismo Feminino” do Sebrae com base nos dados disponibilizados pela Pnad-C.

No Rio de Janeiro, quando uma mulher resolve abrir um negócio, pais; clientes e fornecedores; e cônjuges são os principais incentivadores. Já os homens, amigos; cônjuge e clientes e fornecedores são os que mais orientam na abertura de negócio. Em relação a manter o negócio, homens e mulheres recebem mais incentivos dos seus cônjuges.

Em comparação aos homens, as mulheres empreendedoras gastam quase três vezes mais tempo diário com a família e afazeres domésticos. Por terem que dispender mais tempo cuidando da casa e da família do que os homens, 66% das mulheres acreditam que enfrentam mais dificuldades para ter um negócio do que os homens. Uma sensação que 48% dos homens compartilham com a pesquisa.

“A pesquisa reforça o que ouvimos em rodas de conversa e em nossas capacitações. Elas possuem uma dupla jornada de trabalho e procuram equilibrar com maestria tudo o que fazem. Apesar das dificuldades, a família é um dos pilares dos seus negócios e a força que elas precisam para continuar em frente”, explica Carla Panisset, gerente de Empreendedorismo Social do Sebrae Rio.

Em relação ao preconceito de gênero, 83% das mulheres acreditam que não sofreram ao longo da carreira. Enquanto 17% já sofreram preconceito por ser mulher no seu negócio. Já em relação de presenciar essa situação com outras mulheres, 55% não viram, 42% assistiram e 3% não sabem opinar.

“No que diz respeito à confiança e segurança de si enquanto donos de negócios, os homens apresentam melhor desempenho que as mulheres. Entretanto, a pesquisa indica que elas são mais dispostas a buscar ajuda quando se sentem ansiosas e angustiadas. Dentro do Sebrae, as mulheres são as que mais procuram apoio para os seus negócios. Elas são resilientes, não desistem, constroem, buscam se aperfeiçoar e buscam conhecimento”, pontua Carla.


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