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Dois visitantes são presos ao tentar entrar com drogas escondidas em alimentos em presídio do Rio

Mais de 1.200 invólucros de maconha e haxixe foram encontrados em porções de carne e feijão durante revista no Complexo de Gericinó


Dois visitantes são presos ao tentar entrar com drogas escondidas em alimentos em presídio do Rio

Dois visitantes foram presos em flagrante neste sábado (17) após tentarem entrar com drogas escondidas em alimentos no Presídio Nelson Hungria, localizado no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A ação foi realizada pela Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen), durante o procedimento de revista para visitação social.

Segundo a Polícia Penal, agentes do Grupamento de Portaria Unificada (GPU) encontraram mais de 1.200 invólucros de maconha e haxixe escondidos em porções de carne e feijão. Os alimentos seriam levados para consumo de detentos e familiares durante o período de visitas no pátio da unidade prisional.

Os suspeitos, uma mulher e um homem, pretendiam visitar o pai e o filho, respectivamente. Após a descoberta dos entorpecentes, ambos foram conduzidos à 34ª Delegacia de Polícia (Bangu), onde foram autuados em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.

A dupla foi encaminhada a uma unidade prisional da Seppen, onde permanece à disposição da Justiça.

Operação já apreendeu mais de 32 quilos de drogas

A prisão faz parte da Operação Illicitus, iniciativa da Polícia Penal voltada ao combate à atuação de organizações criminosas dentro do sistema penitenciário fluminense e à entrada de materiais proibidos nas unidades.

Desde agosto, a operação já resultou na apreensão de mais de 1.500 aparelhos celulares e 32 quilos de drogas. Com as duas prisões realizadas neste sábado, o número de visitantes detidos durante as ações chegou a 20.

Ainda segundo a Seppen, dois policiais penais também foram flagrados tentando introduzir ou facilitar a entrada de materiais ilícitos nas unidades prisionais.

A secretaria informou que as ações de fiscalização continuarão sendo realizadas para impedir a circulação de drogas, celulares e outros objetos proibidos, além de combater a influência de facções criminosas no sistema prisional do estado.

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