Vereador e candidato a Deputado Estadual Júnior Paixão propõem equipe estadual de resposta rápida para eventos climáticos em Petrópolis e região
Junior Paixão defende estrutura 100% custeada pelo Estado para atuar durante temporais, acompanhar ocorrências e fiscalizar concessionárias como a Enel
Divulgação Os impactos do temporal com chuva de granizo que atingiu Petrópolis na noite da última terça-feira (15) voltaram a levantar questionamentos sobre acapacidade de resposta aos problemas provocados por eventos climáticos extremos. A chuva provocou alagamentos, quedas de árvores, postes e interrupções no fornecimento de energia em diferentes pontos da cidade.
Em meio aos transtornos, moradores de localidades nas imediações de Secretário, Brejal, Bonfim e Manga Larga relatam que ainda permanecem sem energia elétrica, mais de 72 horas após o temporal.
A proposta apresentada pelo candidato é a criação de uma equipe estadual de resposta rápida a eventos climáticos, com atuação em Petrópolis e outras cidades da Região Serrana durante períodos de chuva intensa, temporais e situações de emergência.
A equipe teria entre suas atribuições acompanhar problemas como quedas de energia, interdições de vias, alagamentos, quedas de árvores, interrupções de serviços e outros impactos provocados por eventos climáticos.
Outro ponto defendido por Júnior Paixão é que as informações coletadas durante as ocorrências sejam organizadas para identificar problemas recorrentes e orientar futuras ações do Estado em áreas como drenagem, contenção, manutenção de vias e prevenção de desastres.
A estrutura seria 100% custeada com recursos do Governo do Estado, sem criar uma nova despesa para os municípios. A equipe teria como objetivo acompanhar as ocorrências em tempo real, identificar os principais pontos afetados e cobrar providências dos órgãos responsáveis e das empresas concessionárias de serviços públicos.
"Concessão de serviço público não significa carta branca. A empresa tem obrigações e precisa ser cobrada. Durante um evento climático, essa fiscalização precisa ser ainda mais rigorosa, porque é justamente quando a população mais precisa que os serviços funcionem.
Não podemos trabalhar somente depois que o problema acontece. Precisamos investir em prevenção, mas também ter uma estrutura preparada para responder imediatamente quando uma emergência surgir. E essa estrutura precisa ser financiada pelo Estado, sem jogar mais essa conta para as prefeituras", afirma.





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